Arte Relevo em Metal

Arte Relevo em Metal
Atelier Arte Relevo em Metal

terça-feira, 5 de junho de 2012

Rainha Outono

Hoje estou publicando um trabalho não tão impactante, mas com muita força também, a qual retrata a beleza e a sensibilidade da alma feminina. Rendo este trabalho em homenagem a todas as mulheres de espírito batalhador e que ao mesmo tempo têm a competência em demonstrar toda a sua sensibilidade e beleza a nós simples homens mortais. E a nós homens nos cabe simplesmente o reconhecimento diário a essas verdadeiras feras que Deus colocou neste mundo para nos criar, nos orientar, nos zelar, nos educar, nos amar e nos acompanhar nessa jornada maravilhosa que é a caminhada da vida. Muita Paz a todos!

Lu Heringer: Cacaio, até suas mulheres são 'fortes'! Trabalho impactante. Linda visão de nós mulheres e só tenho a agradecer pela parte que me toca nessa homenagem. Muita paz pra você, também, meu querido e parabéns!

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mércia Marra: Lindo trabalho e belíssima homenagem!!!!!! Muito obrigada!!!!! Me senti chique demais com essa homenagem...hehehe Beijo no coração.


Veronica Cabrera: Cacaio me facina ver tus trabajos, tienen un toque de misticismo y la forma y estilo en que realizas tus obras le dan ese estilo ünico que tienes te felicito y te mando un fuerte abrazo.

Coleção Heráldica - Leão Alado

VENDIDO
Este novo trabalho é a minha primeira experiência com cobre 0,10mm, portanto eu resolvi não complicar muito. É um tipo de sobreposição semelhante a outros trabalhos apresentados neste espaço. Ao fundo fiz um revestimento com alumínio pintado com verniz vitral e o efeito me agradou. A tela mede 40X40cm, sendo a moldura decorada com textura acrílica coberta por cera metálica na cor cobre.



Lu Heringer: FORTE! IMPACTANTE! Me lembra muito você meu amigo guerreiro das batalhas da vida. Muito boa figura, bem repujado, bem montado. Sei que foi feita no cobre embora a foto tenha um tom dourado. Gostaria, imensamente, que você conseguisse tirar uma foto onde possamos perceber o cobre, embora esse tom dourado combine demais com a figura. A idéia de colar um alumínio no fundo e pintá-lo foi excelente! Todo o acabamento muito característico de seu trabalho inconfundível. Fiquei encantada! Parabéns, Cacaio! Forte abraço meu querido amigo.

Márcio Aveiro: Meu amigo Cacaio, entre todas as peças que já fizeste esta sem dúvida é uma das mais bonitas. Olhando para ela podemos imaginar a associação da força e da leveza. Creio que retrata muito bem o momento. Devemos ser fortes e destemidos como uma fera, porém temos que ter "asas" para que possamos flutuar nos ondas do tempo, onde tudo é passageiro, e nada é definitivo... assim meu amigo leão alado, esteja firme, pois o tempo tudo cura, tudo muda e a nós fortalece... Grande abraço.

Arteymetal Rodrigo de Santos:  Rotundo león alado, amigo Cacaio Tavares y magnífica presencia y presentación. Fuerza, postura y figura que se ren realzadas con la imagen recortada y destacada sobre el fondo. Me hubiera gustado también una interpretación con volumen pero no puedo negar que éste, como la mayoría de tus trabajos, me deja pegado a él estudiándolo y deleitándome. Grande Cacaio Forever !!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Coleção Arte Celta - Tapeçaria

O termo celta (arte), de difícil delimitação geográfica e cronológica, pretende englobar todas as manifestações artísticas produzidas pelos antigos celtas desde o século V a. C. até ao I d. C., altura em que esta civilização entrou em declínio.
A área antigamente ocupada pelos celtas abarcava um vasto território do continente europeu que, desde a Áustria e do sul da Alemanha, se estendia à Suíça e à França, atingindo, na centúria seguinte, a Irlanda, as ilhas do Norte da Inglaterra, a Espanha e o Mar Negro. No período de máxima expansão, o centro de maior pujança da cultura celta deslocou-se da zona embrionária do Reno para a França e posteriormente para a zona ocidental da Europa. Originária da cultura do ferro centrada na Baviera, a arte celta conheceu vários períodos de desenvolvimento, em diferentes pontos do território europeu. O período de formação - conhecido por La Tène ou estilo antigo, nome derivado de uma região junto do lago suíço de Neuchâtel - decorreu entre 480 e 350 a. C. Caracterizava-se pela produção de obras de joalharia ou bronzes inspirados em modelos etruscos cruzados com referências a motivos orientais, como folhas de acanto, palmetas e flores de lótus.

 Seguiu-se o estilo Waldalgesheim (350-290 a. C.), durante o qual se manteve a influência clássica, embora os modelos e as referências formais gregas e romanas fossem utilizados de forma extremamente livre. Datam desta fase as esculturas antropomórficas de deuses, de influência romana.
Durante o período Plástico (290-190 a. C.), que floresceu nas zonas mais ocidentais do continente, realizaram-se representações estilizadas de figuras humanas e animais, cujo fundamento estilístico se prolongou pelo período final da arte celta, conhecido pelo Estilo Espada (designação que deriva das espadas ornamentadas com desenhos lineares e abstratos, inspirados em motivos vegetalistas gregos).
O incremento do clima de instabilidade que dominou as comunidades celtas determinou a necessidade de produção de armas, que rapidamente se transformaram num dos elementos centrais do desenvolvimento artístico desta cultura. Para além da vocação bélica e funcional, muitos destes artefactos respondiam a necessidades simbólicas (enquanto representação de estatutos sociais) bem como religiosas, uma vez que muitos destes objetos constituíam oferendas aos deuses e eram investidos de poderes talismânicos.

Os materiais mais utilizados pelos celtas foram o bronze e o ouro (com origem na boémia), ou outros materiais importados de locais distantes, como a prata, o coral rosa e o âmbar. Este povo utilizava duas técnicas fundamentais de trabalho dos metais: a fundição ou a extrusão de chapa. Uma grande variedade de efeitos decorativos de raiz abstrata e geométrica ou zoomórfica era utilizada para ornamentar as superfícies dos objetos.
Um dos mais conhecidos artefactos artísticos celtas é o tampo de bolsa da barca funerária de Sutton Hoo, realizada entre 625 e 33 a. C., empregando - em solução compositiva simétrica que articulava ornamentos geométricos com imaginativas representações de figuras animais e humanas - folhas de ouros, esmaltes, granadas e outros materiais preciosos.

sábado, 12 de maio de 2012

Coleção Heráldica - Escudo Leão Rampante

Apresento mais um experimento em repujado, um escudo medieval medindo 31X50cm que traz como figura central o Leão Rampante. O trabalho foi feito em alumínio 0,06mm e resolvi aplicar a pátina através de aplicação de verniz vitral e betume da... judéia diluido. Propositadamente fiz inúmeros riscos sobre o alumínio visando incrementar o envelhecimento da peça.
 

 O Leão, o "rei dos animais", com sua reputação de força, de bravura, de nobreza, tão conforme com o ideal medieval, podia apenas seduzir aqueles que queriam escolher sua armaduras.

 Um "leão rampante" é representado em pé ereto de perfil, com as patas dianteiras levantadas. A posição das patas traseiras varia de acordo com os costumes locais: o leão pode estar em ambas as patas traseiras afastadas, ou em apenas sobre uma, com a outra também levantada para o ataque; a palavra rampant é frequentemente omitida, especialmente nos brasões mais antigos, pois esta é a posição mais usual de um quadrúpede carnívoro.


O leão é classificado como uma figura heráldica natural, mas se encontra freqüentemente como representando uma figura heráldica imaginária, em particular na quimera ou no grifo, ou em forma híbrida com a águia, sua mais poderosa concorrente heráldica.

Coleção Heráldica - Águia Ornamental

Este trabalho, também confeccionado em placa de 12mm de espessura, nas medidas 30X40cm, foi executado com alumínio 0,06mm. Sua execução possui certo grau de dificuldade uma vez que especificamente esse tipo de metal se dilata facilmente ao ponto de deixar deformações irreparáveis. Creio que com as próprias deformações criadas tira-se um bom aproveitamento quando se pretende deixar transparecer um ar de envelhimento aliado a aplicação da pátina.

Desde a antiguidade figuras ou símbolos são usados como forma de representação e identificação: familiar ou tribal; regional ou nacional; ou mesmo individual.
Aves falconiformes, como as chamadas Águias, estão presentes entre as mais antigas formas utilizadas. Com o desenvolvimento da heráldica o uso destas alastrou-se, sendo vistas abundantemente em escudos: tanto na parte principal do campo para o assentamento de peças quanto nestas individualizadamente ou nos mais diversos ornamentos.


Coleção Arte Celta - Cães Celtas

Caros amigos este é uma obra diferenciada na sua elaboração das que eu costumo realizar. Trata-se de repujado aplicado a uma placa de madeira em MDF de 12mm com a medida de 30X40.

A arte dos celtas, povos antigos da Europa Central e Ocidental; no período pré-romano habitavam grande parte da Europa, inclusive Inglaterra, Gália, partes de Portugal e da Espanha, Alemanha, República Tcheca e Eslováquia. Um tipo diferente de arte céltica batizada em homenagem a La Tène, na Suíça, desenvolveu-se primeiro no século V a.C., basicamente em trabalhos de metal, um campo no qual os celtas mostraram extraordinária habilidade.
 Os celtas ornavam objetos de uso comum, como armas, armaduras, canecas e jarras, e faziam também algumas jóias, trabalhando principalmente em bronze e ouro e empregando sofisticadas técnicas de incrustação.
Os motivos vinham de diversas fontes, mas foram transformados pela criatividade celta, que se deliciava com fortes desenhos geométricos e espirais, muitas vezes combinados com formas animais estilizadas, em elementos abstratos. As figuras humanas eram raras e sempre representadas de maneira um tanto abstrata.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Hombre Condor

Esta figura mitológica, de aspecto antropomórfico, ou seja, com semelhança a um ser humano, é integrante da mitologia Inca.  

Seu nome, Hombre Condor, se sustenta na elevação espiritual dos deuses que reinavam junto com o criador Wiracocha à época da criação do mundo. Ela integra o portal do Sol, um monólito pesando cerca de 10 tonenalas, que se acha no sitio arqueológico de Tiwanaku, proximidades do Lago Titicaca na Bolívia.
O quadro mede 36X41cm e o repujado foi executado em alumínio 0,06mm na técnica de relevo plano.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Coleção Arte Celta - Aves

Esta é uma reprodução em latonagem de uma obra feita em arte celta. O quadro mede 40X40cm, enquanto que a lâmina mede 34X34cm.
A arte dos celtas, povos antigos da Europa Central e Ocidental; no período pré-romano habitavam grande parte da Europa, inclusive Inglaterra, Gália, partes de Portugal e da Espanha, Alemanha, República Tcheca e Eslováquia. Um tipo diferente de arte céltica batizada em homenagem a La Tène, na Suíça, desenvolveu-se primeiro no século V a.C., basicamente em trabalhos de metal, um campo no qual os celtas mostraram extraordinária habilidade.
Os celtas ornavam objetos de uso comum, como armas, armaduras, canecas e jarras, e faziam também algumas jóias, trabalhando principalmente em bronze e ouro e empregando sofisticadas técnicas de incrustação. Os motivos vinham de diversas fontes, mas foram transformados pela criatividade celta, que se deliciava com fortes desenhos geométricos e espirais, muitas vezes combinados com formas animais estilizadas, em elementos abstratos. As figuras humanas eram raras e sempre representadas de maneira um tanto abstrata. A conquista romana tendeu a converter as formas nativas num classicismo provincial, fazendo com que a tradição celta sobrevivesse com mais força nas áreas extremas da Europa, de modo especial na Irlanda, fora do Império Romano.
















Quando os missionários cristãos se estabeleceram na Irlanda, durante a Idade Média, a arte que levaram para lá mesclou-se com elementos celtas, formando um típo único de arte. Ainda restam vários manuscritos celtas para comprovar esta fusão de estilos. O mais marcantes desses manuscritos são os capitulares (primeiras letras de cada capítulo), que eram ornadas com extrema complexidade.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O Deus Hórus

Na mitologia egípcia, Hórus (ou Heru-sa-Aset, Her'ur, Hrw, Hr ou Hor-Hekenu) é o deus dos céus, muito embora sua concepção tenha ocorrido após a morte de Osíris. Hórus era filho de Osíris.
Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o Sol e a Lua. Matou Seth, tanto por vingança pela morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito.

Após derrotar Seth, tornou-se o rei dos vivos no Egito. Perdeu um olho lutando com Seth, que foi substituído por um amuleto de serpente, (que os faraós passaram a usar na frente das coroas), o olho de Hórus, (anteriormente chamado de Olho de Rá, que simbolizava o poder real e foi um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas. Depois da recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth.

O olho que Hórus feriu (o olho esquerdo) é o olho da Lua, o outro é o olho do Sol. Esta é uma explicação dos egípcios para as fases da lua, que seria o olho ferido de Hórus.

Alguns detalhes do personagem foram alterados ou mesclados com outros personagens ao longo das várias dinastias, seitas e religiões egípcias. Por exemplo, quando Heru (Hórus) se funde com Ra O Deus Sol, ele se torna Ra-Horakhty. O olho de Horus egípcio tornou-se um importante símbolo de poder chamado de Wedjat, que além de proporcionar poder afastava o mau-olhado, pois segundo os egípcios os olhos eram os espelhos da alma.

terça-feira, 17 de abril de 2012

O Arcanjo Miguel Pesando as Almas

VENDIDO
Este é um trabajo em latonagem realizado a partir da obra de Hans Holbein the Younger, The Archangel Michael Weighing Souls, ou seja, O Arcanjo Miguel pesando as almas.

O quadro mede 37X66cm e a latonagem 25X50cm.
O Arcanjo Miguel tem balanças para a pesagem das almas como um diabo luta com o Menino Jesus, em um projeto para o vidro manchado por Hans Holbein, the Younger , em 1523, ( Kunstmuseum de Basileia ).

Para os cristãos, entre os terrores que aguardam no Juízo Final é a pesagem das almas. Pecado é pesado, e as almas pecadoras devem ser expedidos para sempre para o inferno . O cavaleiro cortês angelical é o Arcanjo Miguel , que separa o Apenas a partir do Damned em sua balança romana.
Nota: O segundo e o terceiro papel de Miguel lidam com a morte. No segundo, Miguel é o anjo da morte, levando a alma de todos os falecidos para o céu. Neste papel, na hora da morte, Miguel desce e dá à alma uma chance de se redimir antes da morte, atrapalhando assim o diabo e seus asseclas. As orações católicas em geral se referem a este papel de Miguel. No terceiro papel, ele mede as almas numa balança perfeitamente equilibrada (daí o motivo de ele ser também muitas vezes representado segurando uma balança). 

sábado, 7 de abril de 2012

Grifo

Grifo é uma criatura lendária com cabeça e asas de águia,sua cabeça se assemelha muito com a águia Americana e corpo de leão. Fazia seu ninho perto de bolcacas (Nome usado para o ninho do grifo conforme a mitologia grega) e punha ovos de ouro sobre ninhos também de ouro. Outros ovos são frequentemente descritos como sendo de ágata.
 A figura do grifo aparentemente surgiu no Oriente Médio onde babilônios, assírios e persas representaram a criatura em pinturas e esculturas. Voltaire incluiu na sua novela, A Princesa da Babilónia, dois enormes grifos amigos de uma fénix, que transportaram a princesa na sua viagem. Na Grécia acreditava-se que viviam perto dos hiperbóreos e pertenciam a Zeus. Filóstrato, escritor grego, referiu, na Vida de Apolônio de Tiana (livro VI. I), que os grifos da Índia eram guardiões do ouro. John Milton, no Livro II do Paraíso Perdido escreveu sobre os Arimaspos que se tentavam apoderar do ouro dos grifos.
Também foi referido na poesia persa de Rumi. Na Idade Média Sir John Mandville escreveu sobre estes animais fabulosos no capítulo XXI do seu célebre livro de viagens no qual grande parte dele foi escrito pelo mesmo autor do Kama Sutra. Em tempos mais recentes, sua imagem passou a figurar em brasões pois aparentemente possui muitas virtudes e nenhum vício.
Os grifos são inimigos mortais dos basiliscos.
Como diversos animais fantásticos, incluindo centauros, sereias, fênix, entre outros, o Grifo simboliza um signo zodiacal, devido ao senso de justiça apurado, o fato de valorizar as artes e a inteligência, e o fato de dominar os céus e o ar, simboliza o signo de libra, a chamada balança.
Os grifos podem cruzar com éguas. Desse cruzamento damos o nome de hipogrifo, mas tais cruzamentos são, de forma, raros.
Também são retratados em moedas, por exemplo, na lira italiana tem, entre outros desenhos, o de um grifo.
Os grifos são possíveis confusões de fósseis de Protoceratops, dinossauros ceratopsídeos que viviam na Mongólia.

Mandala Mantra OM

Este trabalho se chama Mandala Mantra Om, feito à mão,pela técnica de latonagem em alumínio 0,08mm de espessura. A tela em MDF mede 40X40cm.
O Om (ॐ) é o mantra mais importante do hinduísmo e outras religiões. Diz-se que ele contém o conhecimento dos Vedas e é considerado o corpo sonoro do Absoluto, Shabda Brahman.



O Om é o som do universo e a semente que "fecunda" os outros mantras. O som é formado pelo ditongo das vogais a e u, e a nasalização, representada pela letra m. Por isso é que, às vezes, aparece grafado Aum.
Estas três letras correspondem, segundo a Maitrí Upanishad, aos três estados de consciência: vigília, sono e sonho.