Arte Relevo em Metal

Arte Relevo em Metal
Atelier Arte Relevo em Metal

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Repujado ou latonagem sobre Cobre em placa de MDF 21X30cm

Aves Celtas
Brasão de Armas do Estado do Rio Grande do Sul




Cruz de Santiago


Cruz Floral


Hansa


Garças


Flor de Lis


São Miguel Arcanjo











Coruja Celta

 Trabalho em repujado ou latonagem com sobreposição. O quadro mede 50X35cm em tela de MDF. 
 O quadro foi revestido com alumínio 0,06mm de espessura, recebendo oito  Triskles que é um símbolo celta que representa as tríades da vida em eterno movimento e equilíbrio. Exemplos:
Nascimento, vida e morte,
Corpo, mente e espírito,
Céu, mas e terra.
Este importante símbolo também conhecido como triskele, triskelion ou tryfot, é uma espécie de estrela de três pontas, geralmente curvadas, o que confere ao símbolo uma graciosa fluidez de movimento.

 

 A figura da coruja foi confeccionada em cobre.



segunda-feira, 18 de março de 2013

quinta-feira, 14 de março de 2013

Brasão de Armas Konzen

VENDIDO
Este brasão de armas foi feito sob encomenda para o amigo Kleber Joel Konzen. Trata-se de repujado em cobre aplicado sobre uma placa em MDF de 6mm na medida 30X35cm.


sábado, 9 de março de 2013

Alvorada

Este quadro ao qual denominei de Alvorada foi produzido durante a ocasião da minha exposição no Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

A figura foi obtida do blog da amiga Lu Heringer há muito tempo e empregada em um dos meus primeiros trabalhos de repujado. Agora resolvi reeditá-la redimensionando as medidas e empregando outro material.

 O quadro mede 40X40cm e o repujado foi feito sobre latão.


segunda-feira, 4 de março de 2013

Flamingos

 
Reprodução de arte celta feito em repujado sobre cobre na medida 35X50cm.





quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Cruz Celta

VENDIDO
Trabalho em repujado sobre cobre recortado com sobreposição, o quadro em madeira MDF mede 35X50cm.

Este símbolo é uma derivação da Cruz Solar e aparece por toda a Europa desde o terceiro milénio a.C. (Idade do Bronze), tendo sido utilizado, sobretudo pelos povos Celtas (Celtiberos, Gauleses e Gaélicos), mas também pelos povos nórdicos. Também é chamada "Cruz de Iona", "Cruz de Odin” e "Roda de Taranis", sendo estes dois últimos nomes derivados da sua versão mais antiga, a já mencionada Cruz Solar.
Apesar de muitas vezes ser confundido com um símbolo da Cristandade, a Cruz Celta é muito anterior, com algumas representações datadas de 5000 a.C. As suas origens são desconhecidas mas é de consenso geral que se trata de um símbolo solar, cujas semelhanças com a Suástica e com o Ankh egípcio não podem deixar de ser notadas. Tal como estes apresenta o eixo horizontal, Feminino, receptivo, Yin e o eixo vertical, Masculino, criativo, Yang, representando tanto o Eixo do Mundo, como os Quatro Elementos e a Chave da Vida.


Com a conversão da Europa ao Cristianismo, o símbolo foi rapidamente absorvido pela nova ordem social e transformado numa cruz cristã. É muitas vezes chamada "Cruz de São Columbano", devido a uma lenda irlandesa que conta que foi trazida para a Irlanda por este Santo. O mosteiro de São Columbano, na ilha de Iona, deu origem às denominações "Cruz de Iona" ou "Cruz Iónica".
Graças à sua antiguidade e origem europeia, a Cruz Celta, bem como a Cruz Solar e a Suástica - todas elas símbolos solares - foram adotadas por grupos políticos radicais e o seu significado antigo foi deturpado, tendo sido substituído pelo do fascismo e da intolerância. Hoje em dia, a imagem de um destes símbolos, na maioria dos casos, já só evoca os mais recentes acontecimentos do Nazismo, do fanatismo político e da violência, tendo-se perdido assim toda a sua riqueza e significados originais.


Apesar disto, o significado tradicional está a ser, lentamente, recuperado pelas comunidades neo-pagãs, bem como por seguidores e estudiosos das antigas tradições europeias. A Cruz Celta continua a ser usada como amuleto de proteção, é associada ao heroísmo e à coragem, servindo como talismã ajuda a superar obstáculos e conquistar vitórias. Como símbolo solar também é usado para prosperidade e fertilidade. A Cruz Celta é frequentemente gravada ou esculpida em pedra, para benção das terras envolventes. O símbolo evoca o equilíbrio e a harmonia, bem como a proteção dos Ancestrais.



terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Equilibrium

VENDIDO

Quadro em repujado sobre alumínio na medida 40X50cm.

Um trabalho composto por dois elementos; a espiritualidade (a fênix), e o renascimento (o dragão). 



Duas forças potentes e contrárias, porém com a mesma intensidade nos remete ao equilíbrio, a dualidade dos opostos, ou seja, a harmonia simbolizada pelo amuleto Shou, resultando em paz interior, e, por consequência entre todos os seres humanos.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Quimera

Hoje apresento o quadro Quimera, repujado feito sobre alumínio na medida 40X52cm.


A quimera é uma figura mitológica que surgiu na Grécia Antiga, por volta do século VII a.C. Era representada, principalmente, por uma mistura entre o corpo de leão e de cabra.

De acordo com a mitologia Grega, a quimera era uma espécie de fera que soltava fogo pelas ventas. Ela fazia parte do imaginário popular da Grécia Antiga e era temida pelas pessoas. Os gregos acreditavam que este monstro vagava soltando fogo pelas regiões, destruindo cidades e matando rebanhos de animais.  

De acordo com alguns mitos, a Quimera surgiu da união entre Equidna (monstro com corpo de mulher e calda de serpente) e Tifão (deus dos vendavais) e foi destruída pelo herói grego Belerofonte com a ajuda de seu cavalo alado Pégaso.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

El Dorado

Quadro artístico em repujado, produzido sobre latão, com medida 40X50cm. A decoração das bordas foi realizada com pequenas pedras que receberam a aplicação de betume da judéia e pastas metálicas.

 O Eldorado ou El Dorado é uma antiga lenda narrada pelos índios aos espanhóis na época da colonização das Américas. Falava de uma cidade cujas construções seriam todas feitas de ouro maciço e cujos tesouros existiriam em quantidades inimagináveis

Eldorado (do castelhano El Dorado, "O Dourado"), Manoa (do achaua manoa, "lago"), ou Manoa del Dorado (já citado anteriormente) é uma lenda que se iniciou nos anos 1530 com a história de um cacique ou sacerdote dos muíscas, indígenas da Colômbia, que se cobria com pó de ouro e mergulhava em um lago dos Andes. Inicialmente um homem dourado, índio dourado, ou rei dourado, foi depois fantasiado como um lugar, o reino ou cidade desse chefe lendário, riquíssimo em ouro.

Embora os artistas muíscas trabalhassem peças de ouro, algumas das quais hoje formam o rico acervo do Museu do Ouro de Bogotá, nunca foram encontradas entre eles grandes minas, muito menos as cidades douradas sonhadas pelos conquistadores que pretendiam repetir a façanha de Francisco Pizarro no Peru. Tudo indica que os muíscas ou chibchas obtinham o ouro por meio de trocas com indígenas de outras regiões.