Arte Relevo em Metal

Arte Relevo em Metal
Atelier Arte Relevo em Metal

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

VIKING DESIGN

Trabalho artístico produzido sobre alumínio na técnica de latonagem e/ouy repujado na dimensão de 40X40cm.

VIKING DESIGN 
VIKING DESIGN 


MANDALA CELTA

Este trabalho artesanal tem alta relevância pessoal. A temática é apaixonante, pois trabalhar com espirais e nós celtas me coloca em uma atmosfera mais elevada - é impressionante.  A obra tem a medidas de 50X50cm toda trabalhada em alumínio e acabamento feito através de betume da judeia e verniz vitral.
SOBRE SÍMBOLOS CELTAS
Os celtas, povo de deuses, druidas e poderosos guerreiros da idade do ferro, eram sociedades tribais estabelecidas na Europa, que nos deixaram uma série de misteriosos símbolos que perduram até hoje. Esses símbolos e o seu significado eram uma parte fundamental da cultura celta.Com eles, eram decoradas armas, utensílios e até mesmo os próprios corpos. Eram também usados pelos temidos e poderosos druidas para realizar rituais sagrados
A espiral celta é também um dos símbolos mais antigos e mais comuns desta cultura.
Este símbolo celta foi encontrado em muitos objetos da vida cotidiana, embora se destaque o fato de terem sido encontrados em grandes quantidades em túmulos .É por isso que se pensa que, para os celtas, a espiral simbolizava conceitos muito importantes para estes como sendo a reencarnação e imortalidade do espírito, pois era visto como um símbolo infinito, sem começo nem fim.
No simbolismo celta, a espiral também representa a evolução, o progresso e o desenvolvimento contínuo do ser humano, física e espiritualmente.
A espiral simbolizava a passagem do tempo e o movimento das estrelas e era usada para a elaboração de calendários primitivos, surpreendentemente precisos para o seu tempo.

MANDALA CELTA 
MANDALA CELTA 


VALKÍRIA

Trabalho produzido em quadro 40X30cm em latonagem e/ou repujado sobre alumínio e acabamento monocromático com betume da judeia.
SOBRE AS VALKÍRIAS:
As valquírias ou valkirias (nórdico antigo: valkyrja, lit. "a que escolhe os mortos"), na mitologia nórdica, são dísir, deidades femininas menores que serviam Odin sob as ordens de Freya. O seu propósito era eleger os mais heróicos guerreiros mortos em batalha e conduzi-los ao salão dos mortos, Valhalla, regido por Odin, onde se convertiriam em einherjar. A escolha servia metade daqueles que morriam em batalha (a outra metade seguia para o campo de Freyja, na vida após a morte, denominado Fólkvangr). Odín precisava de guerreiros para que lutassem a seu lado na batalha do fim do mundo, Ragnarök. A sua residência habitual era Vingólf, situado próximo de Valhalla. O dito salão contava com quinhentas e quarenta portas por onde entravam os heróis derrotados para que as guerreiras os curassem, deleitando-se com a sua beleza e onde também "serviam hidromel e cuidavam da louça de barro e vasilhas para beber". Estas surgem também como amantes de heróis e outros mortais, em que, por vezes, são descritas como filhas da realeza, ocasionalmente acompanhadas por corvos, e de vez em quando incorporadas a cisnes ou cavalos.
Parece, no entanto, que não existia uma distinção muito clara entre as valquírias e nornas. De fato, Skuld é tanto uma valquíria como uma norna e em Darraðarljóð, as valquírias tecem as redes da guerra.

VALKÍRIA

VALKÍRIA

BRASÃO FAMÍLIAS BRINKER E PAULA


Brasão heráldico feito com a união das famílias Brinker e Paula produzido em latonagem e/ou repujado sobre alumínio. Pintura feita com verniz vitral. Trabalho inteiramente feito a mão. Medida 50X35cm.

BRASÃO FAMÍLIAS BRINKER E PAULA 
BRASÃO FAMÍLIAS BRINKER E PAULA

BRASÃO DE PAULA

Brasão heráldico da família de Paula produzido em latonagem e/ou repujado sobre alumínio. Pintura feita com verniz vitral. Trabalho inteiramente feito a mão. Medida 50X35cm.

BRASÃO DE PAULA 
BRASÃO DE PAULA 




JORGE DA CAPADÓCIA

O trabalho abaixo, feito sob encomenda, retrata a figura de um cavaleiro medieval simbolizando Jorge da Capadócia, a figura lendária de São Jorge.
O Santo foi também um sofredor. Guarda pessoal de Diocleciano - imperador responsável pela última e mais violenta perseguição aos cristão no Império Romano - , Jorge da Capadócia renunciou à vida de soldado pela fé em Cristo, foi preso e virou mártir. Foi amarrado a uma roda repleta de espadas, jogado num caldeirão com chumbo derretido.
E a tudo sobreviveu, segundo a lenda, fazendo o sinal da cruz. A maior de suas aventuras, porém, seria a execução de um dragão que estava prestes a devorar a filha de um rei. Com essa história contada pela primeira vez no Ocidente em 1260 – uma clara metáfora da luta do bem contra o mal – surgia um dos maiores ícones do imaginário cristão de todos os tempos. Jorge da Capadócia morreu decapitado em 23 de abril de 303 – daí esse ser, até hoje, o Dia de São Jorge.

JORGE DA CAPADÓCIA 


JORGE DA CAPADÓCIA

BRASÃO FAMÍLIA SOUZA

O BRASÃO DA FAMÍLIA SOUZA foi uma obra heráldica produzida sobre lâmina de cobre polido na dimensão 40X28cm.

SOUZA

SOUZA

BRASÃO FAMÍLIA RIBEIRO


BRASÃO DA FAMÍLIA RIBEIRO, produzido na dimensão 40X28cm sobre alumínio com acabamento monocromático com aplicação de betume da judeia.

RIBEIRO

RIBEIRO

BRASÃO CASTALDO

O brasão do Clã Castaldo foi produzido a partir das informações fornecidas pelo cliente. Confeccionado na medida 50X35cm sobre lâmina de alumínio, recebeu acabamento com verniz vitral.

CASTALDO 
CASTALDO


SELO TEMPLÁRIO

Esta é uma obra que há muito queria produzir, faltava tempo, mas consegui aproveitar uma pequena brecha e acabei gostando do resultado. Feito em alumínio, mede 40cm de diâmetro.

SELO TEMPLÁRIO
 SIGNIFICADO SIMBÓLICO DO SELO DOS CAVALEIROS GÊMEOS:
Esta sigilografia é profundamente simbólica e pode ter vários significados. São eles:
O símbolo dos dois mundos: o material e o espiritual;
O símbolo da dualidade na ação: o guerreiro, mais ativo (exotérico-exterior) e o monge mais passivo (esotérico-interior);
O símbolo de duas religiões: a cavalaria cristã e a cavalaria muçulmana servindo o mesmo ideal tradicional, representado pela montada comum; duas religiões que se unem para originar o império do Espírito, que na época constituía uma heresia;
O símbolo da dupla missão templária: a missão pública, que satisfazia a Igreja na defesa dos cristãos desprotegidos; e a missão “secreta”, universal, separada da Igreja, e cuja finalidade, hoje, dificilmente alcançamos em toda a sua dimensão histórica;
O símbolo do duplo poder: a aliança a ser realizada entre a autoridade espiritual e o poder temporal;
O símbolo de duas formas de vida: intelectual e prática; uma e outra têm necessariamente de trabalhar em conjunto (Ora e Labora) em prol de uma causa;
O símbolo da dualidade interna do homem: a natureza inferior (o mal) e a natureza superior (o bem).
Assim, a presença dos dois cavaleiros simboliza a dupla função da Ordem, guerreira e religiosa, mas também a dualidade em tudo o que existe: o Oriente e o Ocidente, o Antigo e o Novo Testamento, a luta apocalíptica entre o bem e o mal, as trevas e a luz, etc.


SELO TEMPLÁRIO

BRASÃO SCAPINI




O trabalho heráldico abaixo, brasão Scapini, tem sua origem na Itália e foi reproduzido com as cores e formatos da mesma origem. Mede 50X35cm


SCAPINI 
SCAPINI



TEZCATLIPOCA


Tezcatlipoca é um dos três grandes deuses da mitologia asteca: é o deus do céu noturno, da lua e das estrelas; senhor do fogo e da morte. Uma das figuras mais temidas do panteão asteca, criador do mundo, vigilantes das consciências. O trabalho artístico abaixo retrata uma das imagens dessa divindade em um quadro com a dimensão de 50X50cm, todo feito artasanalmente sobre lâmina de alumínio, com acabamento feito com betume da judeia e verniz vitral..


Tezcatlipoca

Tezcatlipoca